sei que demorou mas cá está ele. Espero que gostem e que não as tenha desiludido.
BjnhOs
Diidii
PS: A última parte não tive tempo de reler e corrijir, peço desculpa pelos erros que possam surgir. :(
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Saíram em direcção a garagem e como Marisa ainda não tinha tirado a carta, mais por preguiça do que outro motivo pois os pais já lhe tinham dado muito na cabeça por isso mas ela ainda não tinha essa necessidade, saíram no carro que os seus pais tinham alugado para aquela semana, um Audi, marca muito apreciada pela familia por serem carros confortáveis e bonitos.
Mas Marisa continuava curiosa porque os pais continuavam sem lhe dizer para onde iam.
Marisa: Digam lá qual é a surpresa, vocês sabem como eu sou e ainda estão aí cheios de segredos. (pedinchou sentada no banco detrás)
Maria: Oh filha tem calma já falta pouco. Então diz aqui a tua mãe quando vais lá a suíça visitar as pessoas? (a sua mãe aproveitou para mudar de conversa)
Marisa: Oh há pessoas das quais tenho saudades, mas não devem ser as mesmas que perguntam por mim, porque das que tenho saudades falo com elas daqui, não têm necessidade de perguntar por mim. (respondeu, pois sabia a que pessoas se referia a mãe)
Francisco: Oh filha sabes como são as revistas, insistem em especular sobre os motivos pelos quais sais-te da suiça, até já falam em que estamos de relações cortadas. (diz o pai entre gargalhadas, nunca ligaram ao que se escrevia em revistas e geralmente quando liam acabavam sempre por rir da situação)
Marisa: Ai sim? E porque acham eles que não nos falamos?
Francisco: Então filha primeiro foi porque deixas-te de ir ver todas as corridas do teu irmão, depois como há está última já foste, lembras-te aquela na altura da pascoa?
Marisa: Sim papi claro que me lembro! Então e depois?
Maria: Depois como não foste a festa do término do último condominio da firma do pai disseram que falavas com o teu irmão e que o problema era só connosco. (desta quem respondeu foi a mãe)
Marisa: Mas quando foi da corrida eu fiquei em casa, como é que há problemas, isto realmente. Estou a ver que tenho de ir lá para terminar com essas ideias e assim sempre lhes dou trabalho a pensar noutras, afinal só estou a contribuir para o bom funcionamento do trabalho deles. (todos se riram)
Francisco: Tu és terrível princesa.
Marisa: Papi nada disso! Eles é que se metem na minha vida, pode ser que com o excesso de trabalho deixem de se meter na nossa vida familiar.
Maria: Sim nisso tens toda a razão filha.
Francisco: Bem chegamos. (diz parando o carro)
Estavam parados em frente a uma vivenda moderna e Marisa não estava a perceber o porque de estarem ali, afinal não conhecia ninguém que pudesse morar naquela casa que ela achava linda.
Marisa: Sim, chegamos e? A casa é linda, mas não me estou a lembrar de ninguém que nós conhecemos que viva aqui.
Francisco: (retirando uma chave do bolso) Ai que a minha filha hoje está assim um pouquinho para o lenta, deve ter dormido pouco só gostava de saber o que andou a fazer durante a noite. (estás curtas palavras ditas pelo seu pai, sem segundas intenções, bastaram para a deixar com um sorriso enorme no rosto, mas ao mesmo tempo nervosa)
Marisa: Ai pai, em vez de estares praí a dizer disparates ("sim disparates, nem imaginas a verdade que estás a dizer paizinho" pensou Marisa) explica lá aqui a lenta o que estamos aqui a fazer? E para que são essas chaves?
Francisco: Então vamos lá explicar isto com calma para ver se entendes. (riu-se estava definitivamente a gozar com a sua princesa) Filha, tu (aponta para ela), chaves (abana as chaves na mão), casa (aponta para a vivenda) e por fim eu e a mãe! Isto tudo junto dá a nossa surpresa para ti.
Marisa: Ahn? Como? Eu? Casa? (estava completamente baralhada)
Maria: Filha está casa é para ti. Sabes que oferecemos uma ao teu irmão quando ele terminou o curso de mecanica, só ainda não lhe deu uso porque ainda não quis. Então decidimos no ano passado que se calhar era melhor dar-te-a agora pois sempre lhe darás mais uso enquanto estás na universidade. (Marisa já estava a chorar)
Francisco: Sim filha, aqui vais passar os próximos anos da tua vida e espero que gostes. Quando começas-te a dizer no início do teu 12°ano que se calhar ias por Coimbra eu pensei "Queres ver que já me estragas-te a surpresa!", porque a casa já estava em construção e pensei que em vez de seres tu a aproveitar todo este bem-estar a casa acabaria alugada ou pior fechada a espera de ser utilizada mas mesmo assim continuei com a obra e quando chegou a altura da decoração parei até ver o que decidias depois de saírem as colocações. (Marisa encontrava-se em silêncio a ouvir o pai atentamente mas decidiu interromper ainda lavada em lágrimas)
Marisa: Sabem que os bens matérias a mim não me interessam e sempre vos valorizei independentemente do nosso estatuto social, pois sempre foram uns país que nos apoiaram sempre acima de tudo e por mais que fosse doloroso para vocês, nunca nos deixaram na mão, nem a mim ao mano. Eu sei que não foi fácil para vocês quando decidi vir estudar para aqui por não suportar a falsidade a que estava sujeita na suíça, mas mesmo assim apoiaram-me e eu agradeço-vos imenso. Sendo rica ou pobre vocês são e serão sempre os melhores país do mundo. (agora eram os país que estavam emocionados)
Maria: E tu sabes que independentemente de estares aqui ou lá nos temos muito orgulho em ti, e na mulher em que te tornas-te. Eu e o pai sempre tivemos receio que dado ao nosso estatuto tu ou o teu irmão pudessem meter-se em maus caminhos, mas graças a Deus vocês nunca nós falharam. As vezes erravam, mas quem não erra? (Marisa sorri e abraça a mãe acabando por chamar também o pai para o meio do abraço)
Marisa: Vá vamos deixar-nos de choradeiras. (diz limpando as lágrimas que ainda se encontravam no seu rosto) Papi, se tinhas parado com a decoração quer dizer que essa parte ainda não está?
Francisco: Não, essa parte também já está. Quando ligas-te a contar do namoro e te vi tão bem e tão certa do que querias tratei também dessa parte. Agora só espero que gostes.
Maria: É filhota, agora só falta estar tudo do teu agrado. (diz enquanto o pai lhe passa a chaves para as mãos dela)
Marisa: De certeza que sim, vocês conhecem-me bem demais para falhar na decoração. E basta olhar daqui de fora para saber que foi construída na tua firma paizinho. Sempre a apostar na arquitectura moderna e nas cores fortes. Mas para que saiba, ADORA, está linda.
Francisco: Bem vamos ver por dentro então, que ao tempo que estão aqui fora daqui a nada pensam que vamos assaltar a casa e que estamos a analisar o espaço. (diz soltando uma gargalhada)
Marisa: É vamos a isso então.
Quando Marisa abriu a enorme porta de entrada teve logo visão directa para a sala de estar/jantar, era simples mas muito bonita, em tons claros.
Ficou espantada só com a sala e podia adivinhar as restantes divisões da casa tão ou mais bonitas que está. Seguiram a sua visita guiada até a cozinha, está em tons mais escuros mas não menos bonita por isso e tinha uma porta que dava acesso directo às traseiras da casa, a partir de onde também se poderia ir para a piscina.
No piso inferior havia ainda três divisões, e uma delas era um pequeno escritório, que tinha sido pensado mesmo pela nova fase que a Marisa ia começar, neste prodominava o branco e o vermelho, mas sobretudo era muito iluminado para proporcionar um estudo agradável.
Uma das outras divisões era a casa de banho comum, era bastante ampla, moderna e confortável.
Francisco: Bem filha agora vamos para a parte de cima, os quartos, o teu já foi escolhido por mim e espero que não me tenha enganado na escolha. (diz encaminhando a filha para as escadas)
Marisa: Tenho a certeza que não te enganas-te pai, mas aqui ainda há uma porta? (diz apontando para uma porta que continuava fechada)
Maria: Essa fica para o fim, filha. Por opção minha. Vamos lá para os quartos.
Marisa: Por mim tudo bem, mais uns tempinhos curiosa, mas vocês mandam a surpresa é vossa.
Subiram então as escadas que davam acesso ao piso superior, ao chegar ao cimo das escadas avistavam-se três portas, duas de um lado e uma do outro, segundo o pai de Marisa a porta que se encontrava "sozinha" era o seu futuro quarto e por isso iria ficar para último.
Entraram então na primeira das duas portas, encontrava-se um quarto em tons castanhos e com um armário enorme e também este com muito vidro para poder entrar claridade quando está fosse desejada.
E juntamente com este estava presente também uma casa-de-banho privativa, também ela em tons acastanhados.
Marisa estava sem palavras, mas ela já sabia que o seu pai acertava em cheio nos seus gostos e nunca pos isso em dúvida.
Passaram então para a segunda porta, também este um quarto muito amplo, mas menos iluminado e tinha direito também a uma casa de banho privada.
Passaram então para o que séria o futuro quarto de Marisa, para grande felicidade da mesma, este quarto era mais pequeno que os restantes, mas Marisa deu logo falta de um armário o que significava que este quarto tinha o que ela tanto se queixava que no norte não tinha.
Marisa: Paizinho, diz-me que por detrás de uma destas portas está um quarto de vestir, diz? (Marisa estava realmente eufórica, pois na suíça tinha um e sempre se habituou a ter, não gostava de armários no quarto, segundo ela dava mau aspecto)
Francisco: Sim, filhota, vais voltar a ter um quarto de vestir. Depois de tanto te queixares que no Norte te faltava isso, não me podia esquecer desse pequeno pormenor. E tens também a tua espreguiçadeira num balcãozinho lá fora, para poderes tomar o pequeno almoço ao sábado de manhã e poderes ler um bocadinho sossegada, como tanto gostas, e claro para ouvires música nas noites em que não consegues adormecer. (diz o seu pai orgulhoso por conhecer tão bem a sua filha)
Marisa: Ninguém me conhece tão bem neste mundo como tu paizinho, ninguém. Aqui a mamã também conhece bem, mas tu és tu, não sei como consegues.
Maria: O teu pai é demasiado observador, então com a sua princesa pior. E agora vai lá ver o teu quarto de vestir que já deixas-te o teu pai sem palavras.
Marisa deu um beijinho na testa a cada um dos seus progenitores e dirigiu-se ao seu mundo.
Marisa: Aii ADORO, ainda por cima vermelho, a cor do meu Benfica. Podia eu pedir mais, poder podia, mas também não vamos abusar dá sorte. (diz gargalhando)
Maria: O que pedias mais, filha?
Marisa: Uma casa-de-banho com muita luz, uma banheira grande e um espelho grande também. (diz como se tivesse a sonhar)
Francisco: Ainda nem sequer viste essa parte e já estás praí a divagar. Vai lá ver, vai.
Marisa dirigiu-se a casa de banho e está era tal como ela queria, espaçosa, iluminada e com vários espelhos, Marisa não cabia em si com tamanha felicidade.
Marisa: Ai meu Deus vocês são doidos, prefiro nem saber em quanto dinheiro ficou está casa. Mas amo, não podia ter ficado melhor.
Maria: Vamos ver agora a única porte que ainda se encontr fechada nesta casa, para depois chamar-mos as meninas para estriar a casinha nova. Que dizes?
Marisa: Adoro a ideia mãe, e elas vão adorar a casa, principalmente a piscina lá fora para aproveitar este fim de verão. Nem sei que esperar dessa última devisão, a casa já tem tudo e mais alguma coisa.
Francisco: Vamos e já vês.
Voltaram a descer as escadas e dirigiram-se a porta fechada, depois de a abrir Marisa não podia acreditar. Era nada mais nada menos que um jacuzzi num espaço pouco iluminado que lhe dava um ar relaxador, no jacuzzi cabiam duas a três pessoas, não mais.
Era a casa dos seus sonhos e ela ainda não tinha caído na real.
O que acharam da casa? Valeu a pena a espera ou nem por isso?
Espero que tenham gostado, se sim comentem!! :D
Diidii













fantastico...
ResponderEliminarquero mais... adorei a casa... e claro k valeu a pena esperar...
continua... tou super curiosa para ver o proximo...
Magnifico :)
ResponderEliminarAdorei, mas fiquei curiosa do próximo capitulo :)
Posta rápido sim?
Beijinhos*
http://quandomenosseespera.blogs.sapo.pt/
Olá começei a ler a tua fic e tenho gostado muito do que leio. Também decidi escrever uma se quiseres espreitar o endereço é o seguinte:
ResponderEliminarhttp://podesmorrermasomeuamorportinaomorrera.blogspot.com/
Continua está o máximo.
Beijinhos
Beatriz
Não consigo tirar os olhos da casa, bem que casa fantástica!!!!
ResponderEliminarAcho que o David tb vai gostar... os meninos vão aproveitar bem a casa...
Quero mais ;)
Beijinhos
Olá :)
ResponderEliminarJá tinha comentado uma vez há algum tempo um capitulo teu, mas por adversidades não consegui acabar de ler tudo...até hoje! Finalmente consegui ler tudo e gostei muito :)...a Marisa e o David são uns queridos!
Agora que já estou com a leitura em ordem, espero por outro capítulo ;D
Beijinho