Olá meninas,
sei que tinha dito que postava ontem mas surgiu-me um imprevisto que me atrasou na finalização do capitulo, mas aqui está e até um bocadinho maior.
Queria pedir a quem ainda não votou para o fazer, por favor, é muito importante .. :$
Sem mais demoras deixo-vos com o novo capitulo.
BjnhOs
Diidii
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Amor, acabei de chegar a casa, vou vestir o pijama e vou dormir. De certeza que com estas saudades que tenho de ti vou sonhar contigo.
Amanha quando acordares liga-me, sim?
Amo-te. Dorme bem meu anjo. Bjnho
Enquanto esperava pela resposta vestiu o pijama e quando ia para se deitar ouviu a confirmação do que ela já temia.
Sofia: Porquê Márcio? Porque é que és assim? Não te dei já provas suficientes que te amo para estares com essa crise de ciúmes estúpida. (ouvia-se Sofia extremamente irritada)
Márcio: Sabes perfeitamente o que se passou entre ti e o Cristiano antes de nos estarmos juntos. Queres que me sinta como depois de ver essa proximidade toda entre vocês? Que sorria como se nada fosse. (respondeu Márcio no mesmo tom de voz)
Sofia: Já nem vale a pena falar contigo muito menos hoje que já exageras-te na bebida. (Ouve-se a porta a abrir mas de seguida de novo a fechar-se)
Márcio: Não me vires as costas, Sofia. Será que é assim tão difícil de me entenderes? Tu falas assim com mais pessoal e sabes perfeitamente que não me afecta minimamente. Mas, porra, tens mesmo de manter essa proximidade com a pessoa que, apesar de tu negares, eu sei que foi das que mais mexeu contigo. (nota-se na voz de Márcio uma ponta de desespero)
Sofia: Márcio, por amor de Deus, isso foi há 2 anos. Amo-te caramba e sabes que não suporto as tuas crises de ciúmes.
Márcio: Não tenho culpa se tu não me transmites a confiança que eu preciso para poder por estás crises de ciúmes de lado. (diz acusando Sofia)
Sófia: Estás a querer insinuar que não te amo? É que se é isso diz já porque acho que andamos a perder o nosso tempo.
Márcio: A tua falta de compreensão e algumas das tuas atitudes demonstram isso mesmo. (neste momento a situação tinha saído do controlo de ambos)
Sofia: É bom saber que o meu próprio namorado duvida dos meus sentimentos por ele. (dizia Sofia já a chorar. Volta-se a ouvir o abrir da porta e passados poucos segundo algum bate na porta de Marisa)
Marisa: (adivinhando que só podia ser Sofia diz) Entra meu amor. (Sofia entra e antes de encarar a amiga fecha a porta)
Sofia: Ouviste tudo, não foi? Desculpa … (Marisa interrompe-a)
Marisa: Esquece isso e deita-te aqui ao pé de mim. (disse desviando a roupa da grande cama de casal)
Sofia: Viste a forma como ele me falou? O Márcio não era assim, Isa, não era. (dizia com uma voz desesperada)
Marisa: Vá, não penses mais nisso agora.
Sofia: Como queres que não pense nisto se ele não é o mesmo? Agora é bruto comigo, estamos sempre a discutir. Estou farta de discussões, eu amo-o tanto, mas ele já não é o Márcio carinhoso que me pediu em namoro, que lutou por mim mas principalmente lutou por nós. Estou cheia de dúvidas, não sei o que sentir e muito menos sei o que fazer. (Marisa ouvia a amiga sem nunca a interromper) Já lhe dei provas mais que suficientes de que o amo e o quero do meu lado.
Marisa: Oh minha linda, eu compreendo-te mas também o compreendo a ele. Sabes o que se passou entre ti e o Cristiano é normal que ele tenha dúvidas quanto a vossa proximidade. (estava a ser o mais sincera possível mas acima de tudo não queria magoar a amiga)
Sofia: Oh Isa, sabes melhor que ninguém que o Cristiano é passado. Não vou negar que ele foi muito importante para mim, mas é passado. Com quem estou agora é com o Márcio, mas não é este Márcio que eu quero e que eu amo.
Marisa: Vais ver que isto foi uma vez sem exemplo e vai ficar tudo bem. E o teu Márcio continua a ser o mesmo.
Sofia: Não, não é o mesmo. (mostra-lhe o vermelhão gigante no braço direito que foi Márcio quando a puxou para que ela não saísse do quarto a primeira vez) Isto é o presente. Este é o meu Márcio agora e eu não estou disposta a levar com estas cenas estúpidas dele.
Marisa: Sofia tenta pôr-te no lugar dele. Para ele o que fizeste no bar não é normal depois de saber tudo o que se passou entre ti e o Cris, tem medo de te perder. Sabes perfeitamente que ele te ama como tu o amas a ele, minha linda.
Sofia: Não sei Marisa, às vezes acho que ele já não me ama como antes.
Marisa: Não sejas maluquinha. Amanhã falas com ele e resolvem as coisas porque como vês (aponta para o braço marcado de Sofia) a quente só dizem e fazem asneiras.
Sofia: Pois se calhar é melhor, vamos dormir sobre o assunto.
Marisa: Pois. (dá-lhe um beijinho na testa) Descansa meu amor. (abraça-a)
Sofia: Obrigada, meu amor. Dorme bem.
Antes de acomodar na almofada Marisa ainda verificou o seu telemóvel, e confirmou a presença de uma mensagem na lida, era de David.
Mensagem de David para Marisa:
Ainda bem que chegou bem em casa amô. Eu daqui a pouquinho também estou indo.
Sonha comigo sim, meu bem. Que eu também vou sonhar com você, princesa.
Sim, amanha te ligo! Beijão. Te amo muitão.
Depois de ler a mensagem acabou finalmente por adormecer, e já não era nada cedo com a discussão e a conversa com a Sofia já eram quase 8.00 da manhã.
Apesar de ter acordado já às 14.00 horas, fê-lo com uma enorme dor de cabeça devido as poucas horas de sono, também Sofia dormiu mal pois Marisa tinha notado que os seus movimentos durante aquela noite tinham sido constantes. Apesar da noite mal dormida de Sofia, esta já não se encontrava na cama quando Marisa a procurou, nem tão pouco se encontrava no quarto.
Levantou-se para ver onde ela estava ou se se encontrava no quarto ao lado, junto do seu namorado.
Quando saiu do quarto naquela casa predominava o silêncio, mas talvez isso não fosse um bom sinal, como Marisa queria acreditar que era. Andou pela casa e não encontrou ninguém, acreditou por isso, que Sofia estivesse no quarto com Márcio. Quando, finalmente, ia voltar para o seu quarto para se tornar a deitar devido a dor de cabeça, ouviu um forte soluçar vindo do quarto onde deveria estar o casal, Marisa decidiu, por isso, ir ver o que se passava.
Bateu à porta mas como ninguém respondeu acabou por entrar. Ao contrário do que pensava encontrar, Sofia e Márcio deitados na cama, encontrou Sofia chorosa sentada no chão encostada à parede com uma folha na mão e de Márcio nem sinal.
Marisa: Então meu amor, que se passa? (diz dando um abraço reconfortante a amiga)
Sofia: Lê! (foi o único que ela disse e estendeu a folha a amiga e ela depressa se apercebeu que era de Márcio)
Carta de Márcio:
Meu amor, sei que provavelmente continuas magoada comigo quando leres esta carta, e sei que não é maneira de se dizer nada a ninguém muito menos a ti minha princesa, mas depois do que ouvi foi a única coisa que consegui fazer.
Ontem depois da nossa discussão, onde admito ter sido um estúpido e um bruto, eu acabei por ir ao quarto da Isa para te pedir para voltares para o quarto e te pedir desculpa, mas quando cheguei ouvi, provavelmente a pura das verdade, que já não sou o mesmo, mas agora que vi isso é demasiado tarde para dizer seja o que for. Para tu me desculpares por te ter magoado psicologicamente, mas sobretudo fisicamente seria necessário que eu me perdoasse primeiro, pois a marca que deixei no teu braço pode acabar por desaparecer mas a marca que isso deixou em mim nunca irá desaparecer. Desculpa, desculpa, desculpa meu amor.
Amo-te mais que a minha própria vida e talvez seja isso a dar cabo da nossa relação, mas tu mereces alguém melhor que um estúpido ciumento.
Não fiques preocupada comigo, voltei para Lisboa.
Amo-te minha princesa.
Espero que me consigas perdoar mesmo antes de eu me perdoar a mim, porque isso vai demorar a acontecer.
Sê feliz, meu amor, é o único que te peço, para eu poder conseguir ser um bocadinho feliz com a tua felicidade.
Para sempre teu
MárcioMarisa estava de boca aberta, não sabia que pensar e muito menos o que dizer, nunca imaginou que Márcio se fosse assim embora mas não o julgava, entendia-o, mas custava muito ver a sua amiga assim.
Marisa: Meu amor, sei que não é a melhor altura, mas estás a pensar fazer o quê? (pergunta receando a reacção dela)
Sofia: Não sei. Não o quero perder, não o posso perder, Isa, não posso. (dizia já a desesperar)
Marisa: Sabes que te apoio em tudo. Vamos antecipar a nossa ida para Lisboa. Tanto faz ir hoje como ir sexta.
Sofia: Não Isa, eu vou hoje para Lisboa, mas de autocarro. Tu tens os planos com a pequena Lara e sei as saudades que tens dela por isso vais aproveitar estes dois dias com ela.
Marisa: Oh, mas não vais sozinha.
Sofia: Para alguma coisa existem os autocarros, vocês ficam e não se fala mais nisso. Bem eu vou para casa arrumar as coisas, as minhas e as dele. (diz tristinha)
Marisa: Ok amor, tu é que sabes. Vai lá e não te preocupes que eu falo com a Raquel e com o Rui.
Despediram-se e Sofia seguiu então para casa dela para preparar as suas coisas.
Eram agora às 16.15 o que permitiu a Marisa aperceber-se que lhe restavam apenas 45 minutos para se arranjar para cumprir o programa com a sua pequena prima. Dirigiu-se então para o seu quarto para lá se despachar, não estava preocupada com Rui pois pelo que tinha percebido este tinha combinado qualquer coisa com Raquel mas também já devia de estar acordado, depois passaria no quarto dele.
Marisa: Meu amor, sei que não é a melhor altura, mas estás a pensar fazer o quê? (pergunta receando a reacção dela)
Sofia: Não sei. Não o quero perder, não o posso perder, Isa, não posso. (dizia já a desesperar)
Marisa: Sabes que te apoio em tudo. Vamos antecipar a nossa ida para Lisboa. Tanto faz ir hoje como ir sexta.
Sofia: Não Isa, eu vou hoje para Lisboa, mas de autocarro. Tu tens os planos com a pequena Lara e sei as saudades que tens dela por isso vais aproveitar estes dois dias com ela.
Marisa: Oh, mas não vais sozinha.
Sofia: Para alguma coisa existem os autocarros, vocês ficam e não se fala mais nisso. Bem eu vou para casa arrumar as coisas, as minhas e as dele. (diz tristinha)
Marisa: Ok amor, tu é que sabes. Vai lá e não te preocupes que eu falo com a Raquel e com o Rui.
Despediram-se e Sofia seguiu então para casa dela para preparar as suas coisas.
Eram agora às 16.15 o que permitiu a Marisa aperceber-se que lhe restavam apenas 45 minutos para se arranjar para cumprir o programa com a sua pequena prima. Dirigiu-se então para o seu quarto para lá se despachar, não estava preocupada com Rui pois pelo que tinha percebido este tinha combinado qualquer coisa com Raquel mas também já devia de estar acordado, depois passaria no quarto dele.
Como não era preciso nada de muito arrojado aprontou-se relativamente rápido, nem se maquilhou pois só ia com a pequena até ao parque mas no máximo às 17.15 teria de estar na sua escolinha para a ir buscar. Saiu então do quarto, pois já eram 17.00 e antes de sair foi ver se Rui já estava acordado, como ouviu uns ruídos decidiu bater a porta e passados poucos segundos tinha a permissão para entrar.
Marisa: Boa tarde. (disse com um tom irónico pela hora que já era) Olha como te disse ontem, vou buscar a prima a escolinha e vou com ela até ao parque, vinha só aqui para te entregar está chave, (passou a chave para as suas mãos) e para te dizer que estás a vontade para entrar e sair as horas que quiseres.
Rui: Obrigado pelo voto de confiança e podes estar descansada que eu cá me desenrasco. A Raquel deve estar aí a aparecer e depois também me vai mostrar um bocadinho da cidade. (diz com um sorriso natural)
Marisa: Fazem muito bem, divirtam-se. Eu tenho de ir senão a minha prima pensa que ninguém a vai buscar hoje. (soltou uma leve gargalhada) Até logo.
Rui: Vai lá, aproveita bem o tempo com a pequena. Até logo.
Marisa saiu então rapidamente de casa e dirigiu-se a escolinha da pequena Lara, está já a esperava eufórica, pois a mãe tinha-lhe dito que era Marisa que a ia buscar.
Aquela tarde foi passada mesmo assim com a pequena eufórica por estar com a prima grande, como ela lhe chamava, e com Marisa feliz pois há muito tempo não brincava assim com ela, e estava cheia de saudades, aqueles momentos faziam com que ela voltasse aos tempos que também ela brincava assim e via tudo de uma forma inocente. Foi quando olhava embebecida para a pequena que é interrompida pelo toque do seu telemóvel, viu que era David.
Chamada entre David e Marisa:
Marisa: Halô meu amor. (atende feliz)
David: Oi gostosa. É tão bom ouvir você assim.
Marisa: Assim como, amor?
David: Feliz, linda, a sua voz hoje está feliz. Que você está fazendo para estar tão feliz?
Marisa: Fui buscar a minha Larinha a escolinha dela e agora estamos a brincar no parque, amor, e também porque só já faltam dois dias e mais umas horinhas para estar junto a ti de novo meu amor.
David: Tenho mesmo de conhecer essa pequenina, tenha de conhecer a fonte onde a minha princesa vai buscar tanta energia.
Marisa: Amor, estes seres pequeninos e inocentes transmitem energia a toda a gente.
David: Pois isso é verdade, gata.
Larinha: Prima Isa, quando vamos comer um gelado? (ouviu David do outro lado da linha)
Marisa: Oh minha gulosa, quando a prima acabar de falar já vamos comer um gelado, sim?
David:(interrompendo a conversa das duas) Amor, pergunta a ela se quer falar comigo? (Marisa ficou admirada com o pedido do namorado)
Marisa: Não me parece, ela é muito envergonhada, amor.
David: Pergunta só. Se não quiser eu entendo, amor.
Marisa:(dirigindo-se para a pequena) Olha, princesa, estão aqui a perguntar se queres falar ao telemóvel?
David: Pergunta só. Se não quiser eu entendo, amor.
Marisa:(dirigindo-se para a pequena) Olha, princesa, estão aqui a perguntar se queres falar ao telemóvel?
Larinha: E quem é? (pergunta expectante)
Marisa: É o namorado da prima. (a pequena ficou com uma cara confusa) Ele diz que quer falar contigo.
Larinha: Eu tenho vergonha, prima Isa. Mas como é teu namorado eu falo. (Marisa ficou muito surpreendida mas passou-lhe o telemóvel sem mais demoras) Eu sou a Lara e já sei que te chamas David. (David sorriu com está forma propria de atender o telemóvel)
David: Oi pequenina. Sim eu sou o David ... (Larinha interrompe-o voltando-se para Marisa)
Larinha: Prima, ele fala estranho. Não fala como nós. (diz a pequena espantada o que gerou umas sonoras gargalhadas de parte de David e Marisa)
Marisa: Oh meu amor a prima explica isso depois. (diz tentando recuperar a respiração)
Larinha: Pronto já podes falar. (a pequena era sem duvida muito engraçada pensava David)
David: Pequenina, eu queria pedir para você tomar bem conta dessa sua prima grande. Sim?
Larinha: Ela é grande, sabe tomar conta dela. Mas, sabes, as vezes está tritinha, ela pensa que sou pequenina e não noto, mas eu já a conheço. (diz a pequena muito perspicazmente)
David: Oh tristinha porquê? (David agora tinha ficado preocupado e Marisa estava arrependida de lhe ter passado o telemóvel)
Larinha: Posso contar um segredo?
David: Claro pequenina, me diga.
Larinha: Eu acho que ela tem saudades tuas, por isso fica triste, por isso volta rápido que eu não gosto de ver a minha prima grande triste.
David: Oh você é uma fofinha. Eu vou voltar logo logo, prometo. E agora posso contar eu um segredo a minha nova amiguinha?
Larinha: A mim? Podes. (diz a pequenina toda contente)
David: Eu amo muito a sua prima e também estou morrendo de saudade dela, mas é melhor não dizer para ela não, senão ela fica tristinha de novo. (diz David todo babado)
Larinha: Se calhar é melhor ficar um segredo meu e teu. Agora vou dar a prima porque quero ir brincar.
David: Está bem pequenina. Beijinho para você.
Larinha: Beijinho, namorado da prima Isa. (devolve o telemóvel a Marisa)
Marisa: Que conversa foi está? Onde fui ignorada completamente. (diz Marisa simulando um falso amuo)
David: (percebendo à partida o amou da namorada decide entrar na brincadeira) Ai que a minha gatona está com ciúme da bebé.
Marisa: Ciúmes nada! Mas a prima é minha, sim? A minha pequenina.
David: E não pode ser a pequenina dos dois? Eu gostei dela, e acho que ela também gostou de mim.
Marisa: Se gostou, segredinhos e tudo. (soltou uma leve gargalhada)
David: Então o meu amorzinho anda tristinho?
Marisa: Oh amor, foi muito tempo sem ti, mas agora também já falta pouco para voltares. (diz com um sorriso na cara)
David: Pois é amor. Dois diazinhos e a gente está junto de novo. Quero você só para mim. (diz com um cero entusiamo na voz)
Marisa: Pois é meu amor. Bem tenho de desligar para ir comer o gelado com a pequena, se não daqui a pouco diz que não quero saber dela.
David: A pequena te adora amô, se nota só na forma como ela fala de você.
Marisa: Pois é amor, e isso aumenta as minhas responsabilidades, pois nunca a quero desiludir, ela tem de saber que poderá sempre contar com a "pima grande". (disse utilizando as palavras da pequena)
David: Gata, acho que ela sabe isso, mesmo sendo pequenina que nem ela é. Agora vá aproveitar seu tempinho com ela, amor. Te amo, viu?
Marisa: Espero que tenhas razão, coração, e que ela saiba mesmo que sim. Também te amo muitão amô. (diz com um sotaque brasileiro)
David: A minha namorada aprendeu rápido, gosto de ouvir você falando assim, gostosa. Logo telefono a você amor.
Marisa: Está bem amor. Beijinho.
Depois de ter desligado chamou a prima para se dirigirem então a gelataria, a pequena em menos de nada já se encontrava a seu lado.
Marisa: Então, amor, qual queres? (perguntou enquanto pegava na pequena ao colo para ela ver melhor as opções)
Larinha: Quero uma bolinha de morango no copinho.
Marisa: Está bem pequena. (diz virando-se de seguida para o empregado) Então pode ser uma bola de morango no copo para ela. E para mim, (pensa enquanto olha para a montra pois estava indecisa) uma bola de caramelo num copo também, se faz favor.
Empregado: Com certeza, podem sentar-se que eu levo já. (diz o empregado muito simpático)
Marisa: Obrigada. (dirigem-se para uma mesa perto da janela) Então meu amor, que queres fazer depois de comeres o gelado?
Larinha: Quero passear. (diz soltando um pequeno sorriso)
Comeram então cada uma o seu gelado, não sem antes a pequena querer trocar, mas depois de provar o da prima voltou a optar pelo dela. Depois de pagar e de saírem juntas da gelataria foram então passear pela avenida.
Marisa: É o namorado da prima. (a pequena ficou com uma cara confusa) Ele diz que quer falar contigo.
Larinha: Eu tenho vergonha, prima Isa. Mas como é teu namorado eu falo. (Marisa ficou muito surpreendida mas passou-lhe o telemóvel sem mais demoras) Eu sou a Lara e já sei que te chamas David. (David sorriu com está forma propria de atender o telemóvel)
David: Oi pequenina. Sim eu sou o David ... (Larinha interrompe-o voltando-se para Marisa)
Larinha: Prima, ele fala estranho. Não fala como nós. (diz a pequena espantada o que gerou umas sonoras gargalhadas de parte de David e Marisa)
Marisa: Oh meu amor a prima explica isso depois. (diz tentando recuperar a respiração)
Larinha: Pronto já podes falar. (a pequena era sem duvida muito engraçada pensava David)
David: Pequenina, eu queria pedir para você tomar bem conta dessa sua prima grande. Sim?
Larinha: Ela é grande, sabe tomar conta dela. Mas, sabes, as vezes está tritinha, ela pensa que sou pequenina e não noto, mas eu já a conheço. (diz a pequena muito perspicazmente)
David: Oh tristinha porquê? (David agora tinha ficado preocupado e Marisa estava arrependida de lhe ter passado o telemóvel)
Larinha: Posso contar um segredo?
David: Claro pequenina, me diga.
Larinha: Eu acho que ela tem saudades tuas, por isso fica triste, por isso volta rápido que eu não gosto de ver a minha prima grande triste.
David: Oh você é uma fofinha. Eu vou voltar logo logo, prometo. E agora posso contar eu um segredo a minha nova amiguinha?
Larinha: A mim? Podes. (diz a pequenina toda contente)
David: Eu amo muito a sua prima e também estou morrendo de saudade dela, mas é melhor não dizer para ela não, senão ela fica tristinha de novo. (diz David todo babado)
Larinha: Se calhar é melhor ficar um segredo meu e teu. Agora vou dar a prima porque quero ir brincar.
David: Está bem pequenina. Beijinho para você.
Larinha: Beijinho, namorado da prima Isa. (devolve o telemóvel a Marisa)
Marisa: Que conversa foi está? Onde fui ignorada completamente. (diz Marisa simulando um falso amuo)
David: (percebendo à partida o amou da namorada decide entrar na brincadeira) Ai que a minha gatona está com ciúme da bebé.
Marisa: Ciúmes nada! Mas a prima é minha, sim? A minha pequenina.
David: E não pode ser a pequenina dos dois? Eu gostei dela, e acho que ela também gostou de mim.
Marisa: Se gostou, segredinhos e tudo. (soltou uma leve gargalhada)
David: Então o meu amorzinho anda tristinho?
Marisa: Oh amor, foi muito tempo sem ti, mas agora também já falta pouco para voltares. (diz com um sorriso na cara)
David: Pois é amor. Dois diazinhos e a gente está junto de novo. Quero você só para mim. (diz com um cero entusiamo na voz)
Marisa: Pois é meu amor. Bem tenho de desligar para ir comer o gelado com a pequena, se não daqui a pouco diz que não quero saber dela.
David: A pequena te adora amô, se nota só na forma como ela fala de você.
Marisa: Pois é amor, e isso aumenta as minhas responsabilidades, pois nunca a quero desiludir, ela tem de saber que poderá sempre contar com a "pima grande". (disse utilizando as palavras da pequena)
David: Gata, acho que ela sabe isso, mesmo sendo pequenina que nem ela é. Agora vá aproveitar seu tempinho com ela, amor. Te amo, viu?
Marisa: Espero que tenhas razão, coração, e que ela saiba mesmo que sim. Também te amo muitão amô. (diz com um sotaque brasileiro)
David: A minha namorada aprendeu rápido, gosto de ouvir você falando assim, gostosa. Logo telefono a você amor.
Marisa: Está bem amor. Beijinho.
Depois de ter desligado chamou a prima para se dirigirem então a gelataria, a pequena em menos de nada já se encontrava a seu lado.
Marisa: Então, amor, qual queres? (perguntou enquanto pegava na pequena ao colo para ela ver melhor as opções)
Larinha: Quero uma bolinha de morango no copinho.
Marisa: Está bem pequena. (diz virando-se de seguida para o empregado) Então pode ser uma bola de morango no copo para ela. E para mim, (pensa enquanto olha para a montra pois estava indecisa) uma bola de caramelo num copo também, se faz favor.
Empregado: Com certeza, podem sentar-se que eu levo já. (diz o empregado muito simpático)
Marisa: Obrigada. (dirigem-se para uma mesa perto da janela) Então meu amor, que queres fazer depois de comeres o gelado?
Larinha: Quero passear. (diz soltando um pequeno sorriso)
Comeram então cada uma o seu gelado, não sem antes a pequena querer trocar, mas depois de provar o da prima voltou a optar pelo dela. Depois de pagar e de saírem juntas da gelataria foram então passear pela avenida.
Já andavam naquilo a um bom bocado, quando passaram a frente de uma loja onde só vendem coisas da marca Hello Kitty, e foi aí que a pequena parou quando viu um peluche e olhou para a Marisa e com os olhos a brilharem disse.
Larinha: Aquele ali é fofinho, não é prima?
Marisa: É sim, amor. Mas, olha, agora temos de ir para casa que já é tarde.
Larinha: Está bem prima, vamos que o papa deve estar a chegar.
Depois de ter deixado a pequena em casa e de ter explicado a tia e a prima que não poderia jantar lá porque tinha visitas em casa lá se conseguiu ir embora, acabando por encontrar em sua casa, juntamente com Rui, a sua amiga Raquel.
Enquanto que para uns as coisas andam bem, para outros nem tanto. Como irão continuar as coisas?
Espero que tenham gostado, se sim comentem, sff.
Diidii
Adorei, adorei, adorei! :)
ResponderEliminarA pequenina é mesmo uma fofura e a conversa que teve com o David foi super doce!
Agora eu quero é o resto, que me responda a essa pergunta deixada por ti no final e aguardo pelo reecontro do casalinho dali a dois dois!
Beijinhos, minha querida :)
Adorei.
ResponderEliminaramei!!
ResponderEliminarfantastico mesmo!! : )
quero o proximo : )
http://umanovadefinicaodeamor.blogspot.com/
Olá Diidii! :)
ResponderEliminarEstá fantástico! Deixas-nos sempre com vontade de ler o próximo!
Fico à espera de um novo capítulo, linda ;)
Beijinhos
Ritááá xD
Oh *.* tão querida a larinha :DD
ResponderEliminarAdorei o capitulo, quero o proximo xDD
Beijinhos*
http://quandomenosseespera.blogs.sapo.pt/
fantastico...
ResponderEliminarquero mais...
continua...
Aiiii este capítulo está particularmente fofiiinho! *-*
ResponderEliminarGostei tanto, mas tanto, minha querida!
Por favor não me faças esperar muito mais... estou super curiosa para o que aí vem! Continua!! :)
Beijinhos ^^