Pode ferir pessoas mais sensíveis, prefiro avisar já do que ser criticada mais tarde, apesar de achar que não está nada de muito exagerado.
Espero, sinceramente que gostem e que comentem, positiva ou negativamente, é muito importante.
BjnhOs
Diidii
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David: Amô, me espera, vou buscar a
sobremesa. (diz erguendo-se da cadeira beijando-a)
Marisa: Mas não precisas de ajuda, querido? (diz tentando também ela
levantar-se, mas é impedida por David)
David: Não gata você é convidada, hoje eu trato de tudo. (diz saindo
depois da varanda, mas não sem antes a beijar)
Marisa ficou então mais uma vez
sozinha naquela varanda a apreciar a maravilhosa vista e pensava se ela seria
merecedora de tamanha felicidade e bem-estar, e ao pensar nisto chegou a
conclusão que não ia afastar mais as tentativas de aproximação de David, pois o
amor que ela sentia por ele nunca lhe iria permitir qualquer tipo de
arrependimento e não poderia garantir o futuro, mas o presente, esse, ninguém
lhe o podia tirar.
David: Meu bem, para sobremesa temos morangos com chocolate, porque sei que
você adora e está noite é tudo por você.
Marisa: Humm morangos com chocolate? Adoro meu amor. (diz Marisa
levantando-se da sua cadeira e sentando-se no colo de David)
David começou então
a mergulhar os morangos no chocolate derretido e de seguida a passar o
chocolate pelos lábios finos de Marisa, de seguida dá um trinca no início do
mornago e dá um pequeno beijo nos lábios doces de Marisa e trica-os suavemente
enquanto a agarra carinhosamente pelo pescoço, depressa os seus lábios começam
a beijar o pescoço de Marisa. O que eram simples beijos passaram a beijos
desafogados de desejo e quando deram por si, ja estavam deitados em cima da
mesa de jantar, é quando David se depara com a situação que pega Marisa ao colo
e entram então agora para casa, beijavam-se com grande intensidade e desejo,
mas desta vez ninguém interrompeu aquele momento tão caloroso.
Encaminharam-se até
ao quarto, fizeram aquele trajecto em beijos apaixonados e iam começando a
tirar as peças de roupa, primeiramente David começou por desapertar o fecho do
vestido de Marisa que facilmente lhe caiu aos pés, deixando-a assim só de
cuecas e soutien à sua frente, o que o fez sorrir com um jeito caloroso,
beijava-a agora suavemente no pescoço e dando-lhe uma pequena trinca no lábio
inferior.
Marisa desabotoava agora a camisa branca de David com intensidade,
estragando os botões da camisa. Ele só sorriu de malandro. Entretanto, já
deitados no sofá do quarto, Marisa beijava a barriga de David com desejo e
David deliciava-se com tais beijos, e quando se aproximava dos botões das
calças, desabotoou-os também. David ajudava-a agora a despir as calças,
levantando-se e deixando as calças escorregarem pelas suas longas pernas alvas
e musculosas. Agarram-se novamente e Marisa trincava agora a sua orelha
esquerda com intensidade.
O prazer que lhes
estava a dar tal acto subia a cada instante, é quando David começa por
desapertar o soutien de Marisa que ela pára de repente.
David: Desculpa, você quer parar? Eu compreendo amor.
Marisa: Bem sabes que não. Só tenho medo de falhar.
David: Se alguém falhar, vou ser eu porque não lhe dei o que você
merece.
Marisa agarrou-o dando-lhe
beijos escaldantes quase devorando-o. Estava apavorada pelos nervos de poder
falhar, mas aquilo estava a ser tão prazeroso que seus lábios, então, começaram
a passear pela pele dele. Primeiro a testa, depois desceu para a bochecha,
passou de raspão nos lábios, descendo para o pescoço e, por fim, para a
barriga. Foi aí que David teve oportunidade de poder observar o belo corpo de
Marisa.
Agora ela estava
deitada, apoiada pelos cotovelos com o tronco meio erguido, enquanto ele estava
com suas mãos uma de cada lado de seu corpo, evitando que ela sentisse o seu
peso. Logo as suas mãos frias e suaves estavam nas costas dela, e ele desceu o seu
corpo até ficar rente ao dela e até ela estar completamente deitada. As mãos de
Marisa estavam impacientes no cabelo de David e as dele começavam a delinear as
laterais do tronco de Marisa. Ela deslizava as suas mãos pelos seus ombros até
encontrar os seus magníficos abdominais.
David pega em Marisa ao colo levando-a
para a sua cama, continuando a beija-la desenfreadamente. Deitou-a na cama e
deitou-se sobre ela de imediato. Não havia mais receio nos olhos de Marisa, já
não tinha mais medo de falhar. Ela estava deliciada demais com o seu cheiro,
com o seu toque, com a sua presença para sentir qualquer outra coisa que não
fosse ele.
Marisa: oh David!
A boca de David
traçava o rosto de Marisa e as suas mãos delineavam o seu corpo. O peito de
ambos aqueceu de tanto desejo e prazer, a cada instante o pensamento e as mãos
se tornavam mais urgentes. O prazer era tanto que simplesmente se deixaram
guiar por ele, as suas bocas continuavam unidas, sentiam ambos a respiração de
cada um, os pêlos se eriçavam ao mínimo toque, era uma sensação electrizante.
Ela suspirava a cada toque e podia sentir que ele estava perdendo um pouco do
cuidado. A boca encontrou a clavícula de Marisa e fez um rasto de fogo até ao
seu pescoço. Ele subiu até encontrar a boca de Marisa e mexeu seus lábios
contra os dela. Marisa pôde ouvir sussurrar um “Eu te amo” por parte de David e
estremeceu por baixo dele. Sentiu seus lábios tremerem em um sorriso e ela
procurou seu pescoço com a sua boca. Ele a amava, tanto quanto ela o amava. Esse
pensamento fez com que ela se sentisse mais segura. Puxou-o para junto dela e
escorregava os seus dedos pelo seu abdómen perfeito. Porém, olhando David,
Marisa sabia que chegava o momento. Só estava de lingerie e David de boxers.
Ficaram-se a olhar por algum tempo, parecia que tinham demorado séculos.
Estavam-se apreciando, vendo cada detalhe do corpo um do outro.
Ele inclinou-se sobre ela, de uma
forma selvagem, ainda que controlasse o seu peso e seus impulsos mais urgentes.
Ele beijou os seus lábios novamente por um breve momento, logo descendo pelo
seu pescoço, traçando um caminho que Marisa sabia que ficaria marcado na sua
memória por toda a eternidade, Marisa sorriu com o som da palavra “enternidade”
na sua cabeça. David sentiu a mudança de humor de Marisa e apressou seus dedos
ágeis no fecho do seu soutien. A sua respiração ficou suspensa no ar por alguns
breves segundos antes dele começar a beijar os seus seios. Estava a ficar
praticamente impossível para Marisa não suspirar alto, então fazia com que as
suas mãos passassem pelas costas de David de maneira feroz, de certeza que
havia ficado com a marcas das suas unhas. Rapidamente ele estava sentado, com
as costas apoiadas contra a cabeceira da cama, com suas mãos fortes e macias
ele puxou-a contra si. Movimentando os seus lábios contra os dela, de uma
maneira tão feroz quanto a dela, enquanto isso ele deslizava o resto da
lingerie pelas belas pernas de Marisa. Segurou-a contra o seu corpo e sem quebrar
o beijo, ele deitou-a sobre a cama. De um lado predominava o desejo de a ter
mais inteiramente do que ele jamais teve e do outro o desejo de não a desiludir
ou magoar.
Marisa sentia-se zonza, parecia que
estava levitando, parecia que o mundo já não importava. David acariciou
delicadamente os seios de Marisa, como se quisesse apreciar sua textura. A boca
dele encontrou novamente o seu seio enquanto sua mão direita desceu novamente
para o sexo de Marisa.
Ela gemia entre suspiros, a energia
que nunca havia sentido antes percorreu todo o seu corpo, desde a ponta do seu
pé até à cabeça. Estremeceu. A sua respiração nunca foi tão pesada quanto
agora. David sustentava um sorriso perfeito no seu rosto, encontrou a sua testa
com a dela e ali ficaram olhando um para o outro. E naquele instante David
decidiu afastar-se e colocar o preservativo.
De volta, ele empurrou o seu corpo
contra o dela novamente e ela ficou rígida. Sentiu a boca dele na dela e após
alguns segundos relaxou.
David: Eu não te vou machucar. (repetiu com a certeza a brilhar
nos seus olhos castanhos-esverdeados repletos de desejo)
Ela pôde sentir uma
leve pressão no seu sexo e uma leve dor aguda fe-la contrair os ombros. Ele de
imediato parou.
David: A machuquei? (perguntou David preocupado)
Marisa: Não. (diz abanando a cabeça) É assim, eu acho, quer
dizer, eu não sei… Mas já me falaram e... (ficou nervosa e quieta)
David: Ok, já entendi. (ele respirou fundo e beijou-a numa
tentativa de a acalmar)
O cheiro doce de
David encantava os sentidos de Marisa, e esta sentiu-o a empurrar o seu corpo
contra o dela mais um pouco. Dessa vez a dor tinha diminuido. Ele permaneceu
imóvel por um tempo, apenas beijando os seus lábios com carinho e os seus dedos
percorrendo os fios do cabelo de Marisa.
Os seus carinhos eram tão lentos
quanto as suas investidas para dentro dela.
David: Não tenha medo. (murmurou David quase sem voz) Nós
pertencemos um ao outro.
Marisa olhou
profundamente nos olhos de David, toda a preocupação que transparecia em seu
rosto desapareceu. Seu rosto se abriu num sorriso largo, caloroso.
David: Para sempre. (completou)
Num movimento
rápido e delicado David já se encontrava totalmente dentro de Marisa. Foi então
que Marisa soltou um gemido de surpresa e dor, mas assim que os lábios de David
tocaram os dela, toda a dor desapareceu. E assim ficaram, colados um no outro.
Movimentando-se num só ritmo. As respirações entrecortadas, os olhos fixos um
no outro e a dança de corpos, de sensações, de desejos complementavam-se um no
outro, fazia com que houvessem explosões de prazer por todo o corpo de Marisa, e
a sensação do sexo dele nela preenchia-a, a embebedava de prazer, não havia
palavras para descrever o que ela estava a sentir.
De repente as sensações mudaram, era
um prazer que se tornava crescente. Os movimentos de David tornavam-se mais
rápidos, mas mesmo assim, Marisa não sentia dor, só sentia um calor emanando da
ponta dos pés até ao fio dos seus cabelos. Cada movimento irradiava correntes
eléctricas de muito amor e prazer por todo o seu corpo. Marisa parecia que se
aproximava de um precipício, a adrenalina corria a mil, as mãos de David a
agarraram com força, uma força que ele nunca havia usado antes. Mas não se importava,
aquilo era bom demais, sentiu vontade de gritar para aliviar toda aquela força
que rompia dentro dela, e assim o fez. Marisa gritou bem alto. E de seguida,
toda aquela adrenalina pareceu explodir por parte de David, um som gutural
escapou da garganta de David e os seus olhos irradiavam puro ouro, seu corpo enrijecido
em cima do de Marisa faziam-na sentir uma rainha.
Os olhos de Marisa fecharam-se, pois
sentia-se atordoada por todas aquelas sensações estarem, aos poucos, a abandonar
o seu corpo. Mas sentia-se muito feliz, despreocupada e muito apaixonada. David
cumprira a sua promessa, pôde sentir que ele não se reprimiu, que confiou no
amor. Um sorriso estampou os seus rostos. Ele relaxou e caiu ao seu lado.
Olhou-a com ternura e tirou alguns fios de cabelos suados do seu resto. As suas
respirações lutavam para encontrarem a normalidade. Beijaram-se num longo e
profundo beijo apaixonado e adormeceram numa figura ternurenta, ela do lado de
David em cima do seu peito.


MAGNIFICO , SEM MAIS ...!
ResponderEliminarOlá :)
ResponderEliminarAdorei!!!!!!
Quero mais rapidinho sim?
Beijinhos
Rita
http://umanovadefinicaodeamor.blogspot.com/
ooowoooh ! Que fofos.
ResponderEliminarLindo Diidii!
Quero o próximo, sim?
Beijinho minha linda,
Ana Sousa
OOwwwhh, intenso!!!!
ResponderEliminarMuito bem ;)
Quero mais!!!
Beijinhos
lindo, magnifico...
ResponderEliminarquero mais... tou curiosa pra ver o proximo capitulo...
continua...
olá! :)
ResponderEliminarse tu andas em falta nos comentarios eu tambem ando, mas é mesmo por falta de tempo! :ss
em relaçao à minha outra fic, podes aceder quando quiseres porque nao está em privado. mas deu algum erro para nao conseguires aceder?
beijinhos! :)