terça-feira, 10 de julho de 2012

69° Capitulo: Primeiro jantar na casa nova e convite

Olá meninas,
antes demais quero pedir desculpas pela demora, mais uma vez, sei que provavelmente nem tenho perdão possivel, mas bom cá estou mais uma vez, para ver no que dá .. :s

Pedia só, se é que tenho direito de pedir seja o que for, que comentem todas, para eu saber se ainda vale a pena continuar, basta um "Gostei" ou um "Não Gostei", por favor, é mesmo muito importante para mim .. :$

E agora nada de mais conversas, aqui está o próximo capitulo .. 

Muitos beijinhos para as leitoras que ainda me seguem .. :D
Diidii

Ps: A parte a negrito faz parte do capitulo anterior. :)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Voltaram a descer as escadas e dirigiram-se a porta fechada, depois de a abrir Marisa não podia acreditar. Era nada mais nada menos que um jacuzzi num espaço pouco iluminado que lhe dava um ar relaxador, no jacuzzi cabiam duas a três pessoas, não mais.


Era a casa dos seus sonhos e ela ainda não tinha caído na real.

Marisa: Não era preciso isto tudo, vocês sabem que um pequeno apartamento também servia. (diz emocionada)
Francisco: Pois chegava filha, mas tu nunca gostas-te muito de viver sozinha assim tens espaço para viver com pelo menos mais duas pessoas.
Maria: Pois é filhota e assim eu também estou mais descansada por saber que não estás sozinha meu amor.. E agora avisa as meninas que eu vou ver o que se arranja para jantar porque já são quase 18h e nós aqui.
Francisco: Mar (forma carinhosa como o pai de Marisa tratava a sua esposa) no funda da rua há uma churrasqueira, podemos ir lá buscar uns frangos e umas batatas fritas, porquê há alguém nesta casa que amanhã vai ter de ir as compras, não é filhota?
Marisa: Pois, parece que os armários daquela linda cozinha ainda estão vázios. Em relação ao jantar qualquer coisa serve.
Maria: Pois parece que me ia esquecendo do pequeno pormenor que ainda não há aqui nada. Parece que vamos ficar mesmo pelos frangos.
Marisa: Frango é bom. Bem, eu vou mandar uma mensagem as meninas e a um amigo nosso.
Maria: Vais nós apresentar o teu namorado filha?
Marisa: Não mamy, sabes o que eu acho sobre as apresentações precipitadas, é mais um amigo especial da Raquel.
Francisco: E aquele rapaz muito simpatico que namorava com a Sofia? (perguntou desconhecendo os últimos acontecimentos)
Marisa: Paizinho, história complicada, nem queiras saber.
Maria: Bem filha, vai lá mandar a mensagem . Eu vou tratar da mesa, somos 6 não é filha? (Marisa acena afirmativamente)  Chico vais tratar tu de encomendar os frangos, então?
Francisco: Sim, não te preocupes.

Marisa aproveitou que tinha de ir buscar o telemóvel a sua mala para dar uma escapadela e ligar ao David, mas primeiro mandou a mensagem as meninas para não atrasar mais o jantar.

            Mensagem de Marisa para Sofia e Raquel:
Minhas lindas, quero-vos na seguinte direcção o mais tardar às 19.15, jantar a minha pala. Nada de atrasos. Bjnhos e até já.
PS: Raquelinha o Rui também está convidado, diz-lhe que é para agradecer a hospitalidade.

Depois da enviar a mensagem passou então para a chamada.

David: Alô mulher da minha vida. Como você está? (diz com um sorriso enorme)
Marisa: Olá gostosão! Estás muito bem disposto? (diz gozando)
David: Primeiro, eu estou sempre bem disposto desde que esteja tudo bem com a gente! E segundo, você não acha que tem sim motivo para estar mais bem disposto ainda? (diz referindo-se a noite anterior)
Marisa: Ai tens? Não estou a ver onde amor. (diz fingindo dar pouca importancia ao sucedido)
David: (percebendo o fingimento) Ai não está vendo nada, hoje pela manha fiquei achando o contrario, sabe quando? (sem esperar a resposta de Marisa continuou) Quando você quase esqueceu que tinha de ir ter com os seus pais e que não tinha vontade nenhuma de sair dos meus braços. Pois se calhar não tem motivo para estar contente não. 
Marisa: Ups, o meu amor apanhou-me. Tens muitos motivos para estar contente sim, assim como eu também tenho muitos. E sabes que mais vou te dar mais um motivo para ficares contente. (diz com um sorriso no rosto)
David: Ai sim, meu amor? Me diz então.
Marisa: Eu amo-te muito, mas muito mesmo. (diz trasparecendo felicidade em todas as palavras)
David: (suspira) Não querendo ser convencido não, gata, eu já sabia isso. E se tinha alguma dúvida, essa teria ficado mais que esclarecida ontem, foi uma noite mais que maravilhosa.
Marisa: Ai meu amor, amo-te. Por tudo e por nada, amo-te no verdadeiro sentido da palavra. (diz sorrindo)
David: Ainda bem que o meu sentimento é correspondido na sua plenitudo. (ambos soltam um suspiro e David continua) Bem, vamos mudar de assunto se não eu vou correr para junto de você e depois a gente ainda arranja problemas. (os dois gargalharam) Já viu a surpresa de seus pais?
Marisa: Ai já amor, tens de vir cá ver. (diz muito entusiasmada) Vamos jantar por aqui com as meninas, mais tarde passas por cá. Está bem?
David: Mas vou até onde amor? (perguntou curioso)
Marisa: Oh amor não sejas curioso, depois eu mando-te a morada e a hora e tu vens.
David: (depois de gargalhar) E se eu não for? Você não manda?
Marisa: Ai meu amor, amas-me demasiado para me deixares pendurada. Não é verdade?
David: Ai que a minha gatinha está tão segura de si. (diz sorrindo)
Marisa: Gatinho, veremos veremos. (diz gargalhando, pois já tinha em mente um plano. A sua gargalhada foi interrompida pela chegada da sua mãe)

Maria: Filha, podes me ajudar com ... (apercebendo-se que Marisa estava ao telemóvel) Ai desculpa, amorzinho, não sabia que estavas ao telemóvel.
Marisa: Não faz mal, mamy, vou já ter contigo a cozinha. (diz virando-se para a porta) E já mandei a mensagem as meninas.
Maria: Está bem. Então eu estou na cozinha, filha. (diz saindo da sala)

Marisa: Desculpa amor, ainda estás aí? (dirige-se Marisa de novo a chamada com o seu mais que tudo)
David: Claro, amô. Era a sua mamãe? (pergunta antevendo a resposta)
Marisa: Sim, meu amor, era. Veio-me pedir ajuda, por isso vou ter de desligar, mas fica a espera da minha mensagem porque não te vais arrepender. Está bem? (diz isto com uma voz sedutora e marota)
David: Você é safada mesmo, fico esperando então amô. Te amo. Beijão.
Marisa: Sou sou, mas tu gostas, meu lindo. Amo-te. (Marisa desligou então a chamada)

Depois de ter deligado a chamada Marisa foi ter com a sua mãe a cozinha para ver o que ela precisava.

Marisa: Mamita, já estou aqui. Que precisavas? (entra na cozinha de sorriso na cara)
Maria: Estás feliz filhota, não estás? (pergunta-lhe olhando-a nos olhos)
Marisa: Estou mãe, estou muito feliz. Mas porquê essa pergunta agora?
Maria: Porque há muito tempo que não te via com esse sorriso e de bem com a vida. Sabes que te apoio em tudo, filha, mas tem cuidado. (Marisa ficou confusa)
Marisa: Que queres dizer com isso, mamy?
Maria: Oh filha tu sabes ao que me estou a referir. Ainda és nova, só quero que tenhas cuidado. (Marisa já tinha percebido onde a mãe queria chegar, mas decidiu continuar)
Marisa: Ai mãezinha, sempre falamos sobre tudo e agora estás aí com rodeios?
Maria: Marisa Gonçalves eu sei que tu sabes do que é que eu estou a falar. (responde-lhe a mãe encostada a bancada da cozinha)
Marisa: (aproximando-se da sua querida progenitora) Sim, mãe, sei do que estás a falar. Mas quero que fales comigo como sempre falas-te, abertamente.
Maria: Sim, filha, estou a falar de relações sexuais, quero que uses protecção, quero muito ser avó, mas deixa isso para o teu irmão para já. (diz rindo)
Marisa: Oh minha mãe galinha, não te preocupes com isso que eu sei o que faço. (diz dando um beijinho na testa a sua querida mãe)
Maria: Isso quer dizer que vocês já? (diz a sua mãe com uma cara, de certo modo, aterrorizada)
Marisa: Ai mamy mamy, vamos lá mudar de assunto. (diz sorrindo ao recordar a noite anterior)
Maria: Olha me está, não eras tu que querias falar abertamente de tudo?
Marisa: Sim, mas agora estás a querer saber demais, mãezinha linda. Digo-te que sei o que estou a fazer e que estou muito feliz.
Maria: Ai filha como o tempo passa rápido, estás tão crescida. (diz Maria emocionada)
Marisa: Mãe, a tua princesa pequena, cresceu. Mas sou responsável e sei o que faço. Por isso não te preocupes que da minha parte não vais ser avó já. (diz Marisa descansando assim a sua mãe)
Maria: Eu sei que és muito responsável, e estou muito orgulhosa de ti meu amor. (diz emocionada) Sobretudo depois de tudo o que se passou e de te ter visto tão mal, agora ver-te com esse sorriso deixa-me tão mas tão feliz e orgulhosa por teres ultrapassado tudo que me deixa com a certeza que tu vais saber sempre como fazer as coisas certas. (nesta altura já ambas choravam)
Marisa: O David mostrou-me que eu não tinha culpa do que se passou e que não tinha de ter vergonha por isso, e sobretudo demonstrou-me que posso amar e deixar que me amem, basta eu querer. Estou feliz, muito feliz, mas sou uma feliz responsável, mamita. (diz limpando as lagrimas da sua mãe)
Maria: Ainda não conheci esse senhor pessoalmente, mas já está numa parte muito especial do meu coração só por fazer a minha menina sorrir desta forma. (diz sorrindo)
Marisa: O David é uma pessoa muito especial e cresce no coração de toda a gente que o conhece bem. (diz babada)
Maria: Ai o amor é lindo e a minha filha é uma namorada babada. Mas agora vai lá por a mesa se não nem amanhã jantamos nesta tua nova casa! (diz dando uma nalgadinha na sua filha)
Marisa: Ey olha aí. (diz pondo a língua de fora) Bem vamos lá procurar as coisinhas nestes infinitos armários. (começa a procurar as várias coisas necessárias para por a mesa)

E assim foi, enquanto que a Marisa punha a mesa, a mãe acabava com as coisas na cozinha e o pai chegava com os frangos e tinha trazido também umas bebidas.

Tinham acabado de organizar as coisas quando a campainha toca.

Marisa: Devem ser eles, eu vou abrir. (diz super entusiasmada por poder mostrar a sua linda casa)
Raquel: (logo que Marisa abriu a porta e sem dar tempo a Marisa de falar) Mas que casa é está? Adoro e só ainda vi por fora. De quem é isto tudo?
Rui: (rindo-se) Ainda nem cumprimentas-te as pessoas como deve ser e já estás a fazer perguntas! Olá Marisa, Está tudo bem?
Marisa: Oi Rui, sim está tudo e contigo? (diz rindo-se também da amiga que continuava a olhar em volta) Mas entrem.
Raquel: Ohh pá deixa lá os formalismos e conta lá de quem é a casa? (volta a perguntar)
Marisa: Sim Raquel, tem calma! E a Sofia onde está? (pergunta dando falta da outra amiga)
Rui: Disse que vinha cá ter, mas primeiro tinha de ir ver uma coisa! Mas para não te preocupares que ela vem. (respondeu Rui)
Marisa: Ah bom! Está bem então. Então vamos lá explicar aqui a curiosa o que se passa. (provoca a amiga)
Raquel: Curiosa o tanas! Tu é que nos convidas para uma casa que eu nunca tinha visto e depois vais abrir a porta como se isto fosse tudo teu. (Marisa solta uma gargalhada) Mas espera aí, isto é teu? (não deixa Marisa responder) Claro que é teu, está é a famosa surpresa, mas digo-te já que pelo que vi, os teus pais acertaram em cheio!
Rui: Então a casa é tua? Muito bem, gosto. Mas assim já vou perder uma hóspede.
Marisa: Enganas-te, mas disso falamos quando a Sofia chegar. (diz ela para não ter de repetir as coisas)
Raquel: E eu? Quando tenho direito a minha visita guiada? (diz ela dirigindo-se para as escadas que davam ao piso superior)
Francisco: Oh pequena tem calma. Então já não se cumprimenta? (diz o pai de Marisa vindo da cozinha sendo seguido por Maria)
Raquel: Oh senhor Francisco, desculpe. Mas isso das surpresas desperta sempre uma outra Raquel em mim. (brinca ela enquanto dá dois beijinhos a cada um dos progenitores da sua grande amiga)
Francisco: Ui, uma Raquel pior do que a que conhecemos! Ai meu Deus, acho que vou já embora para a suiça outra vez, a se calhar é melhor levar a minha filha também. (meteu-se com ela e todos gargalharam, até Rui que ainda não conhecia)
Raquel: Oh senhor Chico agora fiquei profundamente ofendida, nunca pensei isso do senhor. (finge-se ofendida)
Maria: Mas vocês já vão começar. Olhe rapaz, isto aqui é sempre assim, acho que é pior ele que elas mas pronto. (dirige-se para Rui)
Marisa: Olha Rui, está é a minha mãe, Maria, e este é o meu pai, Francisco ou Chico, como preferires. Mamy, Papy, este é um recente mas bom amigo, Rui. (procede Marisa as apresentações)
Maria/Francisco: Prazer rapaz. (dizem os pais de Marisa em sintónia enquanto o cumprimentam)
Rui: O prazer é todo meu, e obrigado pelo convite.
Maria: Ora essa. Espero poder tratar-te por tu, sempre nos demos muito bem com os amigos dos nossos filhos.
Rui: Claro, até agradeço que assim o faça. (diz sorrindo)
Raquel: Posso ter agora a minha visita guiada? (volta a insistir)
Francisco: Porra que a rapariga é teimosa. (tocam a campainha)
Marisa: Deve ser a Sofia, vou abrir.

Enquanto ali continuavam as picardias entre o Francisco e a Raquel, Marisa foi abrir a porta.
Depois de terem estado mais um tempo na conversa, Marisa foi mostrar a casa aos convidados, que a cada compartimento ficavam mais impressionados. Logo a seguir foram para a mesa onde estava o jantar e aí a conversa continuou.

Rui: Tens aqui uma linda casa, sim senhora. Mas é enorme para ti sozinha, acho. (comenta Rui já depois de terem começado a refeição)
Marisa: E quem disse que eu vou viver aqui sozinha? (cria misterio)
Raquel: Olha querem ver que já vai convidar o David para vir viver aqui. (diz rindo)
Marisa: Não, não é o David que eu vou convidar para viver comigo, oh parola. (pica a amiga)
Raquel: Começam os insultos, vocês estão aqui para ver quem começou. (faz-se de vitima e Marisa deita-lhe a lingua de fora)
Rui: Bem não me digas que vou ter de informar o meu amigo que vais convidar outro para viver contigo. Não me parece bem, que digamos. (apoia a sua amiga “colorida”)
Marisa: Mas vocês estão os dois avariados da cabeça, a convivência esta-vos a fazer muito mal, mesmo muito mal. (afirma convicta)
Sofia: Pois Isa, sabes que há males que se passam muito facilmente. (Sofia apoia a amiga)
Francisco: Mar, acho que nós perdemos aqui um episódio muito importante. (Rui olha para o pai de Marisa)
Maria: O quê, amor? (segura a mão do seu companheiro)
Raquel: Parou tudo, faltavam as teórias do senhor Chico, não é verdade? (tenta matar ali a conversa porque sabia que as teórias do senhor estavam sempre certas e não queria deixar Rui desconfortável)
Francisco: (dá uma gargalhada) Olha ela a tentar mudar de assunto. Mas continuando, querida, acho que nesta mesa há duas pessoas que não são só amigos como nós estão a fazer crer. (com a afirmação de Francisco o Rui acabou por se engasgar, mas foi salvo pela Maria)
Maria: Oh Chico deixa lá a vida dos jovens que não te diz respeito. (diz dando um beijo nos lábios do seu marido)
Francisco: Sim, eu deixo. É só para eles saberem que não enganam ninguém. Mas vamos lá falar de coisas sérias, então Rui, trabalhas ou estudas?
Rui: Sou fisioterapeuta, acabei o curso o ano passado aqui em Lisboa. Agora sou fisioterapeuta no Sport Lisboa e Benfica, mais concretamente na equipa de voley.
Maria: Então fazes parte dos meus, sou pediatra numa clinica privada. (diz a mãe de Marisa sempre muito simpatica)
Francisco: E parece que estás três meninas querem todas seguir para a vossa área. O quê é que vocês lhe fizeram? (pergunta fingindo-se encandalizado)
Marisa: Então, papi? Querias que fosse Engenheira Civil? (desafia o seu progenitor)
Francisco: Ai que engraçada que está a minha filha. Sabes que nunca me meti nas vossas, tuas e do teu irmão, opções para o futuro, mas podias seguir Gestão, por exemplo, sempre podias gerir a Impresa. (comenta)
Raquel: Oh senhor Chico, ela tirava Gestão, até aí tudo bem, mas ela não percebe nada de Construção, rápido levava a sua Impresa a falência em três tempos.
Marisa: Ai que piada. Eu não levava nada a falência, pessoal! Mas Gestão não é mesmo para mim.
Francisco: Eu sei, filhota. Eu só quero que sejas feliz, seja em que área for. (confessa o seu pai)
Raquel: Bem, como eu adoro mudar as conversas, acabamos por não saber quem é que vai viver aqui com a Isa? (diz com um sorriso na cara, no fundo ela sabia o que Marisa ia dizer)
Marisa: Lá está a minha cusca de serviço em acção. Mas por acaso agora até tens razão, ainda não sabem. (tenta prolongar o momento ao máximo)
Rui: E tu queres mesmo ser másinha, não é? (ri)
Marisa: Eu? Má? Porquê? (faz-se de desapercebida)
Maria: Oh filhota, diz lá de uma vez. (a sua mãe tenta acabar com o suspance)
Marisa: Pronto, eu digo, mas só porque a minha mami pediu. (diz com um sorriso) Como é obvio, como sempre foi falado e como eu não quero, de todo, destruir os planos que faziamos no secundário, quero dizer as minhas duas melhores amigas que estão mais que convidadas para viver aqui comigo. Se elas quiserem, claro. (diz com um sincero sorriso na cara)
Raquel: Eu sempre soube que tu nunca poderias viver fora de nos, e da minha parte está mais que aceite. (diz entusiasmada)
Sofia: Da minha também, a casa é linda e maravilhosa, e tanto faz pagar renda a ti ou a outra pessoa. Por isso vamos continuar juntas. (diz contente mas pouco entusiasmada)
Marisa: Sim, das contas falamos depois. Não é assunto para se ter hoje, muito menos agora. Mas vai ser um espectaculo vivermos aqui as três. (mostra um enorme sorriso, do tamanho da sua felicidade)
Francisco: Bem, essa parte está resolvida vamos mudar de assunto agora, então Sofia, estás muito calada hoje? Tendo em conta que és sempre tão faladora e alegre.
Sofia: Deixe lá, Senhor Chico. Problemas de percurso, nada que não se resolva de uma maneira ou de outra. (responde mostrando pouco interesse em manter muita conversa)
Maria: Ai ai, problemas de amor minha linda? (Sofia olha para Maria, mas não responde)
Francisco: Por falar em amor, Sofia, minha querida, não tinhas um namorado chamado Márcio? (pergunta sem saber dos últimos acontecimentos)
Sofia: Tenho ... melhor, tinha. (responde meio tristinha)
Francisco: (vendo que não era boa ideia seguir com aquela conversa, decidiu sequir outra, mas talvez pior) Bem na semana passada eu pedi um Engenheiro Português para colaborar comigo na Suiça por causa de uns projectos novos, e quarta-feira foi-me informado que haviam encontrado a pessoa certa e que ela tinha aceite e que se iria apresentar na Impresa sexta-feira logo pela manhã. (todos ouviam o pai de Marisa com atenção) E, como tal, sexta-feira lá estava o Engenheiro que se chama Márcio Campos, por acaso não conhecem? (depois de ouvirem o nome todos ficaram em choque mas só Sofia se pronunciou)
Sofia: Conhece-mos, então não conhece-mos? Olhe, Senhor Chico, ainda bem que foi trabalhar  para a sua Impresa porque ao menos assim sabe-se por onde ele anda, caso contrário nunca se saberia nada. (diz Sofia quase a chorar) E agora, peço desculpa, mas lembrei-me que tenho um assunto para tratar ainda hoje. Meninas, falamos amanhã. (levanta-se da mesa e sai de sala, Marisa tenta ir atrás)
Marisa: Sofia, espera. (segue-a até a porte de entrada encontrando-a a chorar) Espera, linda, vamos falar. (diz abraçando a amiga)
Sofia: Desculpa, querida, mas agora não consigo ficar aqui. Sinto que vou sufocar, preciso de ar. (dá um beijo na testa de Marisa) Amanhã falamos sobre tudo o que tu quiseres, mas hoje não. (sai porta fora)

Depois de ver Sofia a sair porta fora Marisa regressou para junto dos restantes, que esperavam ansiosos uma resposta sobre o paradeiro de Sofia.

Marisa: Ela foi-se embora. (disse mesmo antes de alguém perguntar)
Francisco: Mas eu disse alguma coisa que não devia? (foi o primeiro a falar)
Rui: (mesmo não estando completamente dentro do assunto decidiu falar) Eu acho que não, só fez saber algo que mais tarde ou mais cedo se saberia.
Francisco: Mas então o Márcio Campos é o mesmo Márcio da Sofia?
Raquel: É sim, eles discutiram na noite de terça para quarta e ele voltou do Norte deixando-lhe uma carta onde terminava tudo. E deve ter aceite a proposta da sua Impresa logo que chegou a Lisboa. (confidenciou Raquel)
Maria: Assim sem mais justificações? (perguntou escandalizada)
Marisa: Oh mãe a relação deles já não andava bem a algum tempo e lá foi só a gota de água. A Sofia ainda tentou vir resolver as coisas, até veio do Norte primeiro que nós, mas já não o viu mais. (disse triste por saber a má fase que a amiga estava a passar)
Rui: Marisa por mais mal que a relação estivisse, o que ele fez não se faz. Ir embora do país sem dizer nada é, no minímo, estúpido e irresponsável.
Marisa: Não estou, de todo, a tentar justificar o que ele fez. Muito pelo contrário, estou completamente de acordo contigo.
Raquel: Só espero que ela fique bem rápido, isto tem mexido muito com ela.
Marisa: Parece-me que vamos ter de ter muita paciencia, isto se a queremos ajudar. De certeza que vai voltar a sair e muito e a chegar tardíssimo. (fez público o sei maior receio, neste momento)
Raquel: Estou a ver que o ela ter voltado a fumar foi só o princípio de uma bola que tem tendência a crescer. (constatou também Raquel)
Francisco: Tenho pena que ela tenha sabido assim, desta forma, sem aviso prévio.
Maria: Parece-me que não havia uma boa maneira de saber que a pessoa que se ama, depois de ter acabado tudo atráves de uma carta, saiu do país sem olhar para trás e sem pensar em quem deixava para trás.
Marisa: Mesmo mami, mas acho que foi melhor assim, pode passar agora uma fase má, mas não anda tempo indefinido sem saber o que esperar.
Raquel: Exactamente, ia saber de todas formas, por isso melhor que tenha sido já. E também estamos cá nos para a tirar deste pesadelo.
Rui: Mesmo meninas, ela vai precisar muito do vosso apoio agora.
Francisco: Ela sabe que vocês estão aqui para o que der e vier. E como não vale a pena estarmos aqui a falar do que está para vir, nós vamos indo para o Hotel, não é Mar?
Maria: É, querido. É melhor, amanhã também é um dia longo. (respondeu carinhosamente ao seu marido)
Marisa: Como para o Hotel, não ficam aqui em casa? (disse sabendo, a partida, a resposta, pois tal como os país a conheciam, ela também conhecia bem os seus progenitores)
Maria: Não filha. Temos tudo no Hotel, não vale a pena andar para a frente e para trás.
Francisco: É verdade, assim é muito mais fácil. (Marisa sabia que eles não iam ficar por esse mesmo motivo)
Marisa: Sendo assim, façam como lhes dê mais jeito. Mas para a próxima ficam cá em casa. (disse com um sorriso sincero)
Francisco: Sim, filha, como quiseres, a casa é tua.

Depois de se terem despedido de Raquel e Rui, Marisa foi acompanha-los até ao carro. Depois de ter agradecido mais uma vez a casa e se terem despedido como deve ser, Marisa viu o carro desaparecer ao fundo da rua e de seguida voltou a entrar e foi directamente falar com Raquel.

Marisa: Amor será que te posso pedir um favor? (diz com cara de caso)
Raquel: Ui que vem aí, mas bota lá. (diz rindo-se)
Marisa: Onde foi o Rui? (apercebeu-se do desaparecimento do recente amigo)
Raquel: Estavamos a arrumar a mesa quando o telemóvel dele tocou e ele foi atender lá fora. Mas de certeza que não era isso que me querias pedir, diz lá. (explicou e insistiu para saber o favor que a amiga lhe queria pedir)
Marisa: Então é assim, será que me podias dispensar a casa por está noite? (diz rindo-se)
Raquel: Ah bom, ainda a pouco me convidas-te para viver aqui contigo, e logo na primeira noite dispensas-me. Ok, muito bom. (diz fingindo-se ofendida)
Marisa: Amorzinho, sabes que eu gosto muito de ti, mas para hoje a noite tenho um plano diferente.
Raquel: Claro, um plano diferente. (deixando o fingimento de lado continuou a conversa) É na boa, coração, aproveita. Sabes que adoro ver-te feliz nem que para isso tivesse de passar a noite num hotel, ou algo do genéro. (diz abraçando Marisa)
Marisa: És uma querida, amor! (entretanto volta a entrar Rui na cozinha)
Rui: Bem, minhas amigas, são quase 21.30h, vamos acabar de arrumar isto?
Raquel: Antes disso, lindo, será que me ofereces estadia por mais uma noite na tua casinha? (diz abraçando-o)
Rui: Ui, estou a ver que alguêm aqui precisa de espaço. (sorri) Mas claro que te dou estadia mais esta noite. Alias, esta e todas às noites que quiseres. (beijou-a e Marisa sorri, pois era a primeira vez que manifestavam os seus sentimentos a frente de terceiros, decidiu, por isso, pegar numas travessas e ir para a cozinha)

Acabaram rapidamente de arrumar e depois de a loiça estar toda na maquina, foram os strês a casa do Rui, Marisa para buscar umas roupas e Raquel e Rui já para ficarem por lá.

Pelo caminho Marisa aproveitou para mandar uma mensagem a David.

            Mensagem de Marisa para David:
AMOR, ainda estás acordado? Espero, que sim, espero-te na seguinte morada, Rua Luis de Camões n°7, às 22.30h.
            Não te atrases, querido, não te vais arrepender. :P
            Amo-te Homem da minha Vida <3

Chegaram a casa de Rui e Marisa apressou-se a compor às roupinhas que ia precisar para esta noite e mais umas roupas para vestir enquanto não viesse buscar o resto, e mesmo antes de acabar já tinha chamado um taxi para voltar para sua casa. “Sua casa” era estranho pensar assim, uma casa sua, é verdade que tinham várias propriedades, mas eram propriedades da familía, e aquele era o seu cantinho maravilhoso, os seus pais tinhas acertado em cheio, mas a verdade era mesmo que ninguém a conhecia como aqueles dois seres que ela tinha o previlégio de chamar de seus pais.

Marisa: Raquel! (chamou) Já vou.
Raquel: (vai de encontro a Marisa que já se encontrava no hall de entrada) Está bem, linda, mas temos muito que falar. (diz dando-lhe um beijinho)
Marisa: Eu sei, pequena, e quando viver-mos juntas vamos ter muito tempo para por a conversa em dia sobre tudo o que se tem passado nos últimos tempos. Agra teho mesmo de ir já estou atrasada. (diz retribuíndo o beijinho)
Raquel: Vai vai e juizinho! (solta uma gargalhada)
Marisa: Igualmente. (responde mostrando a língua e saindo)

Quando chegou ao fundo do prédio o taxi já a esperava e quando o senhor a viu dirigir-se ao taxi com a sua pequena trolley apressou-se a sair do veiculo e abrir a bagageira para de seguida colocar lá a mala.

Taxista: Boa noite menina. (disse simpaticamente enquanto punha a sua mala dentro da bagageira)
Marisa: (enquanto se dirigia para a porta de trás do taxi respondeu) Muito boa noite. Rua Luís de Camões n°7, se faz favor.
Taxista: Concerteza. (depois de ambos entrarem dentro do carro, o senhor deu início a viagem)

Marisa olhava pela janela apreciando a vistaquando ouve o som do seu telemóvel, tinha acabado de receber uma mensagem. Pegou logo na sua mala de mão, mas encontrar o telemóvel não estava fácil, mas quando já estava para desistir e despejar o contéudo da mala no banco do táxi lá apareceu o aparato.

            Mensagem de David para Marisa:
Claro que sigo acordado, depois da sua conversa quem poderia adormecer, não é verdade gostosa?
            Serei o mais pontual possível amô, prometo.
            Amo você demais <3 <3 <3

Marisa sorria abertamente e nem respondeu, queria que ele ficasse mais curioso, quando voltou a olhar pela janela já se encontravam na sua rua.

Taxista: Chegamos menina, são 12 euros e 30 centimos.
Marisa: (vendo que não tinha o dinheiro justo pegou numa nota de 10 euros e em duas moedas de 2 euros) Pode ficar assim, obrigada. (sorri)
Taxista: Obrigada eu, menina! (sairam ambos do carro e o senhor já com os seus 50 anos voltou a retirar a trolley da bagageira) Só mais uma coisa, se me permite?
Marisa: Claro, diga? (disse Marisa com a sua simpatia natural)
Taxista: Nunca permita que nada nem ninguém lhe tire esse sorriso genuíno do rosto, não se vê muita gente, com esse sorriso de felicidade na cara, hoje em dia. (disse sorrindo)
Marisa: (sorrindo envergonhada) Vou tentar mante-lo sempre que possível, já me o tentaram tirar, mas uma pessoa muito especial devolveu-o aos meus lábios. (disse relembrando David)
Taxista: Ainda bem, que essa pessoa contínue a mante-lo aí. Continuação de uma boa noite, menina. (disse sorrindo)
Marisa: Muito obrigada, o senhor também. (Marisa ia virar costas mas lembrou-se de algo) Desculpe! (voltou a dirigir-se ao senhor que também já seguia para o seu carro)
Taxista: Diga, menina! (voltou também a aproximar-se)
Marisa: Por acaso não tem um cartãozinho? Assim enquanto não me decido a acabar a carta de condução tenho a quem recorrer, e dá jeito aos dois.
Taxista: Claro, menina, sempre à sua disposição. (sorri agradecido) Dê-me só um segundinho. (o senhor vai rapidamente ao carro) Aqui tem, é só ligar.
Marisa: Muito obrigada, então até a próxima, (olhou para o cartão) Senhor Carlos.
Taxista: Obrigada eu. Mais uma vez, boa noite. (e finalmente cada um seguiu o seu caminho)

Marisa tinha agora exactamente 10 minutos para trocar de roupa e preparar a pequena surpresa para David.

Qual será a surpresa e como será o amanhacer de ambos?

Espero que tenham gostado e comentem por favor, preciso mesmo de saber se vale a pena continuar.. :D
Diidii

LINDAS :D

DESCULPEM, se é que ainda tenho desculpa possivel, mas aqui estou eu, a tentar a minha sorte .. :)

O capitulo está mesmo na recta final, e amanha pelo tarde está publicado, prometo .. Espero ainda ter cá alguém para ler .. 

Mas uma vez, desculpem, e se ainda tiverem interessadas amanhã passam aqui e terão um capitulo acabadinho .. :)

Beijinhos grandes
Diidii

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Minha gente linda :)

Queria pedir desculpa pelo demora, mas cheguei Sábado a Portugal e era planeado acabar logo o capitulo e postar mas descobri que com uma grande trovoada o minha net e o telefone fixo ficaram sem linha, já liguei para lá e logo que o problema estiver resolvido eu posto .. Prometo :D

Beijinho grande
Diidii

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pedido de desculpas .. :s

Minhas queridas leitoras,
queria pedir-vos desculpas pelo minha ausência mas como algumas de vocês sabem, voltei o ano passado para a suiça e decidi também continuar os estudos aqui, e não tenho tido uns tempos complicdos com as candidaturas e com as provas que tenho de fazer .. :s
Mas o próximo capitulo já está meio, e logo que o conseguir acabar posto-o imediatamente .. Espero que me compreendam e espero também ainda ter leitoras .. :)

BjnhOs e até breve.
Diidii

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

68° Capitulo: A surpresa dos pais

Olá meninas,


sei que demorou mas cá está ele. Espero que gostem e que não as tenha desiludido.


BjnhOs
Diidii


PS: A última parte não tive tempo de reler e corrijir, peço desculpa pelos erros que possam surgir. :(


-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Saíram em direcção a garagem e como Marisa ainda não tinha tirado a carta, mais por preguiça do que outro motivo pois os pais já lhe tinham dado muito na cabeça por isso mas ela ainda não tinha essa necessidade, saíram no carro que os seus pais tinham alugado para aquela semana, um Audi, marca muito apreciada pela familia por serem carros confortáveis e bonitos. 


Mas Marisa continuava curiosa porque os pais continuavam sem lhe dizer para onde iam.

Marisa: Digam lá qual é a surpresa, vocês sabem como eu sou e ainda estão aí cheios de segredos. (pedinchou sentada no banco detrás)
Maria: Oh filha tem calma já falta pouco. Então diz aqui a tua mãe quando vais lá a suíça visitar as pessoas? (a sua mãe aproveitou para mudar de conversa)
Marisa: Oh há pessoas das quais tenho saudades, mas não devem ser as mesmas que perguntam por mim, porque das que tenho saudades falo com elas daqui, não têm necessidade de perguntar por mim. (respondeu, pois sabia a que pessoas se referia a mãe) 
Francisco: Oh filha sabes como são as revistas, insistem em especular sobre os motivos pelos quais sais-te da suiça, até já falam em que estamos de relações cortadas. (diz o pai entre gargalhadas, nunca ligaram ao que se escrevia em revistas e geralmente quando liam acabavam sempre por rir da situação)
Marisa: Ai sim? E porque acham eles que não nos falamos?
Francisco: Então filha primeiro foi porque deixas-te de ir ver todas as corridas do teu irmão, depois como há está última já foste, lembras-te aquela na altura da pascoa?
Marisa: Sim papi claro que me lembro! Então e depois?
Maria: Depois como não foste a festa do término do último condominio da firma do pai disseram que falavas com o teu irmão e que o problema era só connosco. (desta quem respondeu foi a mãe) 
Marisa: Mas quando foi da corrida eu fiquei em casa, como é que há problemas, isto realmente. Estou a ver que tenho de ir lá para terminar com essas ideias e assim sempre lhes dou trabalho a pensar noutras, afinal só estou a contribuir para o bom funcionamento do trabalho deles. (todos se riram)
Francisco: Tu és terrível princesa.
Marisa: Papi nada disso! Eles é que se metem na minha vida, pode ser que com o excesso de trabalho deixem de se meter na nossa vida familiar.
Maria: Sim nisso tens toda a razão filha.
Francisco: Bem chegamos. (diz parando o carro)

Estavam parados em frente a uma vivenda moderna e Marisa não estava a perceber o porque de estarem ali, afinal não conhecia ninguém que pudesse morar naquela casa que ela achava linda.





Marisa: Sim, chegamos e? A casa é linda, mas não me estou a lembrar de ninguém que nós conhecemos que viva aqui.
Francisco: (retirando uma chave do bolso) Ai que a minha filha hoje está assim um pouquinho para o lenta, deve ter dormido pouco só gostava de saber o que andou a fazer durante a noite. (estás curtas palavras ditas pelo seu pai, sem segundas intenções, bastaram para a deixar com um sorriso enorme no rosto, mas ao mesmo tempo nervosa)
Marisa: Ai pai, em vez de estares praí a dizer disparates ("sim disparates, nem imaginas a verdade que estás a dizer paizinho" pensou Marisa) explica lá aqui a lenta o que estamos aqui a fazer? E para que são essas chaves?
Francisco: Então vamos lá explicar isto com calma para ver se entendes. (riu-se estava definitivamente a gozar com a sua princesa) Filha, tu (aponta para ela), chaves (abana as chaves na mão), casa (aponta para a vivenda) e por fim eu e a mãe! Isto tudo junto dá a nossa surpresa para ti.
Marisa: Ahn? Como? Eu? Casa? (estava completamente baralhada)
Maria: Filha está casa é para ti. Sabes que oferecemos uma ao teu irmão quando ele terminou o curso de mecanica, só ainda não lhe deu uso porque ainda não quis. Então decidimos no ano passado que se calhar era melhor dar-te-a agora pois sempre lhe darás mais uso enquanto estás na universidade. (Marisa já estava a chorar)
Francisco: Sim filha, aqui vais passar os próximos anos da tua vida e espero que gostes. Quando começas-te a dizer no início do teu 12°ano que se calhar ias por Coimbra eu pensei "Queres ver que já me estragas-te a surpresa!", porque a casa já estava em construção e pensei que em vez de seres tu a aproveitar todo este bem-estar a casa acabaria alugada ou pior fechada a espera de ser utilizada mas mesmo assim continuei com a obra e quando chegou a altura da decoração parei até ver o que decidias depois de saírem as colocações. (Marisa encontrava-se em silêncio a ouvir o pai atentamente mas decidiu interromper ainda lavada em lágrimas) 
Marisa: Sabem que os bens matérias a mim não me interessam e sempre vos valorizei independentemente do nosso estatuto social, pois sempre foram uns país que nos apoiaram sempre acima de tudo e por mais que fosse doloroso para vocês, nunca nos deixaram na mão, nem a mim ao mano. Eu sei que não foi fácil para vocês quando decidi vir estudar para aqui por não suportar a falsidade a que estava sujeita na suíça, mas mesmo assim apoiaram-me e eu agradeço-vos imenso. Sendo rica ou pobre vocês são e serão sempre os melhores país do mundo. (agora eram os país que estavam emocionados)
Maria: E tu sabes que independentemente de estares aqui ou lá nos temos muito orgulho em ti, e na mulher em que te tornas-te. Eu e o pai sempre tivemos receio que dado ao nosso estatuto tu ou o teu irmão pudessem meter-se em maus caminhos, mas graças a Deus vocês nunca nós falharam. As vezes erravam, mas quem não erra?  (Marisa sorri e abraça a mãe acabando por chamar também o pai para o meio do abraço)
Marisa: Vá vamos deixar-nos de choradeiras. (diz limpando as lágrimas que ainda se encontravam no seu rosto) Papi, se tinhas parado com a decoração quer dizer que essa parte ainda não está?
Francisco: Não, essa parte também já está. Quando ligas-te a contar do namoro e te vi tão bem e tão certa do que querias tratei também dessa parte. Agora só espero que gostes.
Maria: É filhota, agora só falta estar tudo do teu agrado. (diz enquanto o pai lhe passa a chaves para as mãos dela)
Marisa: De certeza que sim, vocês conhecem-me bem demais para falhar na decoração. E basta olhar daqui de fora para saber que foi construída na tua firma paizinho. Sempre a apostar na arquitectura moderna e nas cores fortes. Mas para que saiba, ADORA, está linda.
Francisco: Bem vamos ver por dentro então, que ao tempo que estão aqui fora daqui a nada pensam que vamos assaltar a casa e que estamos a analisar o espaço. (diz soltando uma gargalhada)
Marisa: É vamos a isso então.

Quando Marisa abriu a enorme porta de entrada teve logo visão directa para a  sala de estar/jantar, era simples mas muito bonita, em tons claros.




Ficou espantada só com a sala e podia adivinhar as restantes divisões da casa tão ou mais bonitas que está. Seguiram a sua visita guiada até a cozinha, está em tons mais escuros mas não menos bonita por isso e tinha uma porta que dava acesso directo às traseiras da casa, a partir de onde também se poderia ir para a piscina.




No piso inferior havia ainda três divisões, e uma delas era um pequeno escritório, que tinha sido pensado mesmo pela nova fase que a Marisa ia começar, neste prodominava o branco e o vermelho, mas sobretudo era muito iluminado para proporcionar um estudo agradável.


Uma das outras divisões era a casa de banho comum, era bastante ampla, moderna e confortável.


Francisco: Bem filha agora vamos para a parte de cima, os quartos, o teu já foi escolhido por mim e espero que não me tenha enganado na escolha. (diz encaminhando a filha para as escadas)
Marisa: Tenho a certeza que não te enganas-te pai, mas aqui ainda há uma porta? (diz apontando para uma porta que continuava fechada)
Maria: Essa fica para o fim, filha. Por opção minha. Vamos lá para os quartos.
Marisa: Por mim tudo bem, mais uns tempinhos curiosa, mas vocês mandam a surpresa é vossa.

Subiram então as escadas que davam acesso ao piso superior, ao chegar ao cimo das escadas avistavam-se três portas, duas de um lado e uma do outro, segundo o pai de Marisa a porta que se encontrava "sozinha" era o seu futuro quarto e por isso iria ficar para último.


Entraram então na primeira das duas portas, encontrava-se um quarto em tons castanhos e com um armário enorme e também este com muito vidro para poder entrar claridade quando está fosse desejada.




E juntamente com este estava presente também uma casa-de-banho privativa, também ela em tons acastanhados.




Marisa estava sem palavras, mas ela já sabia que o seu pai acertava em cheio nos seus gostos e nunca pos isso em dúvida. 


Passaram então para a segunda porta, também este um quarto muito amplo, mas menos iluminado e tinha direito também a uma casa de banho privada.





Passaram então para o que séria o futuro quarto de Marisa, para grande felicidade da mesma, este quarto era mais pequeno que os restantes, mas Marisa deu logo falta de um armário o que significava que este quarto tinha o que ela tanto se queixava que no norte não tinha.




Marisa: Paizinho, diz-me que por detrás de uma destas portas está um quarto de vestir, diz? (Marisa estava realmente eufórica, pois na suíça tinha um e sempre se habituou a ter, não gostava de armários no quarto, segundo ela dava mau aspecto)
Francisco: Sim, filhota, vais voltar a ter um quarto de vestir. Depois de tanto te queixares que no Norte te faltava isso, não me podia esquecer desse pequeno pormenor. E tens também a tua espreguiçadeira num balcãozinho lá fora, para poderes tomar o pequeno almoço ao sábado de manhã e poderes ler um bocadinho sossegada, como tanto gostas, e claro para ouvires música nas noites em que não consegues adormecer. (diz o seu pai orgulhoso por conhecer tão bem a sua filha)
Marisa: Ninguém me conhece tão bem neste mundo como tu paizinho, ninguém. Aqui a mamã também conhece bem, mas tu és tu, não sei como consegues.
Maria: O teu pai é demasiado observador, então com a sua princesa pior. E agora vai lá ver o teu quarto de vestir que já deixas-te o teu pai sem palavras.

Marisa deu um beijinho na testa a cada um dos seus progenitores e dirigiu-se ao seu mundo.




Marisa: Aii ADORO, ainda por cima vermelho, a cor do meu Benfica. Podia eu pedir mais, poder podia, mas também não vamos abusar dá sorte. (diz gargalhando)
Maria: O que pedias mais, filha?
Marisa: Uma casa-de-banho com muita luz, uma banheira grande e um espelho grande também. (diz como se tivesse a sonhar)
Francisco: Ainda nem sequer viste essa parte e já estás praí a divagar. Vai lá ver, vai.

Marisa dirigiu-se a casa de banho e está era tal como ela queria, espaçosa, iluminada e com vários espelhos, Marisa não cabia em si com tamanha felicidade.




Marisa: Ai meu Deus vocês são doidos, prefiro nem saber em quanto dinheiro ficou está casa. Mas amo, não podia ter ficado melhor.
Maria: Vamos ver agora a única porte que ainda se encontr fechada nesta casa, para depois chamar-mos as meninas para estriar a casinha nova. Que dizes?
Marisa: Adoro a ideia mãe, e elas vão adorar a casa, principalmente a piscina lá fora para aproveitar este fim de verão. Nem sei que esperar dessa última devisão, a casa já tem tudo e mais alguma coisa.
Francisco: Vamos e já vês.

Voltaram a descer as escadas e dirigiram-se a porta fechada, depois de a abrir Marisa não podia acreditar. Era nada mais nada menos que um jacuzzi num espaço pouco iluminado que lhe dava um ar relaxador, no jacuzzi cabiam duas a três pessoas, não mais.




Era a casa dos seus sonhos e ela ainda não tinha caído na real.






O que acharam da casa? Valeu a pena a espera ou nem por isso?


Espero que tenham gostado, se sim comentem!! :D
Diidii